Se considerarmos as duas provas da área de Língua Portuguesa no concurso, a objetiva e a discursiva, nenhuma dúvida em dizer que é uma importância decisiva. Veja isto:
para técnico, português equivale a um terço da nota final da prova objetiva: são 40 dos 120 pontos totais. Além disso, temos os 40 pontos da prova discursiva;
para analista, 20 dos 120 pontos da objetiva mais 40 da discursiva;
para consultor, 15 dos 80 pontos da objetiva mais 70 da discursiva.
Quer dizer, muito dificilmente alguém conseguirá bom resultado no concurso sem um bom desempenho em português.
2) Como deve se guiar o estudo do Português para este concurso?
Se tomarmos o concurso de 2008 como exemplo de tendência, podemos dizer que a preparação deve estar orientada para uma prova tradicionalista: estudo clássico de gramática (ênfase em classificação e terminologia, regras de acentuação, formação de palavras, crase etc.), básico de compreensão de texto (paráfrase, substituição, sinonímia, tipologia, mecanismos de coesão, relação de sentido etc.) e uma boa atenção a redação oficial.
3) Quais as características da FGV nas provas de Português?
4) Que material o senhor indica para quem deseja gabaritar a prova de Português?
Sem dúvida, os livros e as apostilas da Vestcon, que são elaborados com o cuidado de destacar o conteúdo com mais probabilidade de cair na prova. Além disso, o candidato não pode deixar de dar algumas boas lidas no Manual de Redação da Presidência da República e no Manual de Elaboração de Textos do Senado. Nem é preciso falar na importância de consultar material e novos cursos online com resolução comentada de provas anteriores, porque isso todo candidato sabe muito bem.